Quem Somos

Quem somos

 

O núcleo de Direitos Humanos e Inclusão da Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas é resultado da fusão de dois de seus núcleos temáticos: Direitos Humanos e Sociedade Inclusiva. O novo percurso que ele deverá trilhar reúne a expertise desses dois lugares originais dentro das estratégias da Pró-reitoria de Extensão da Universidade.

 

Núcleo de Direitos Humanos

 

O núcleo de Direitos Humanos foi fundado em fevereiro de 2008 em acordo com o Plano Nacional de Extensão Universitária tendo como um de seus principais objetivos o fomento de atividades com vistas a contribuir para o desenvolvimento de práticas que cumprissem a tarefa de colaborar para a maior efetivação dos princípios humanistas que caracterizam a universidade, “fortalecendo sua identidade profundamente marcada pela ação transformadora e pelo compromisso social”.

Dentre as ações assumidas por esse núcleo, encontram-se as atividades na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) de Santa Luzia. Essas atividades extensionistas visam articular as ações de extensão da PUC Minas já existentes nesse lugar, envolvendo estudantes e professores das várias áreas do conhecimento da universidade. Essa atividade aconteceu em parceria entre a PROEX/PUC Minas, a Arquidiocese de Belo Horizonte e a Congregação dos Irmãos Maristas. Dentre as práticas assumidas para esse lugar, destacam-se as seguintes:

 

1) Assistência jurídica;

 

2) Informática Aplicada;

 

3) Atendimento psicológico individualizado aos recuperandos;

 

4) Psicologia e construção da identidade do sujeito através da escrita e da leitura;

 

5) APAC em todas as letras: oficinas de produção de texto, leitura, comentários de vídeos e espanhol básico;

 

6) Assessoria técnica e administrativa;

 

7) Dia da Cidadania da Família Apaqueana;

 

8) Implementação da Educação de Jovens e Adultos (EJA);

 

Fundamentando-se no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH), o núcleo também se propôs realizar um conjunto de tarefas, das quais vale o destaque das seguintes:

 

1) Divulgação do PNEDH por meio incentivo a participação em eventos divulgando e debatendo o Plano e as ações extensionistas em Educação em Direitos Humanos.

 

2) Programar ações em Educação em Direitos Humanos na inserção de conteúdos nos projetos de extensão dos cursos da PUC Minas. Também se espera promover parcerias visando a elaboração de programa de fomento a educação em Direitos Humanos para a educação básica e o ensino técnico.

 

3) Realizar estudos e pesquisas em Educação em Direitos Humanos investigando as práticas extensionistas em Direitos Humanos no âmbito da PUC Minas e elaborando projetos de pesquisa nessa temática. Apoio a intercâmbios nacionais e internacionais para a Educação em Direitos Humanos.

 

4) Elaboração de monitoramentos.

 

5) Participação ativa em comitês estaduais e da formulação de planos estaduais em Educação em Direitos Humanos.

 

6) Contribuir nas conferências estaduais de Direitos Humanos.

 

7) Atuação em conjunto com outras entidades: Fórum Mineiro de Direitos Humanos, Grupo de Educação em Direitos Humanos (PUC Minas, UFOP, Newton Paiva, Isabela Hendrix, SENAC, dentre outras), Movimento Nacional de Direitos Humanos – Regional Minas Gerais, Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos e Comissão Pastoral de Direitos Humanos da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Núcleo Sociedade Inclusiva

 

Na década de 1990, alguns professores da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), preocupados com a formação de educadores que atuavam em escolas especiais, pensaram em fazer um encontro para discutir a prática educacional nessas instituições. Mas, logo constataram que essa era uma questão complexa, que exigiria discutir também a acessibilidade aos espaços públicos e privados; à saúde; ao trabalho; à tecnologia; à arte, enfim, aos direitos fundamentais do humano à inclusão.

Partindo dessa constatação, foi organizado, em outubro de 1999, o I Seminário Internacional Sociedade Inclusiva, intitulado apenas “Sociedade Inclusiva”. Nele reuniram-se pesquisadores de vários estados brasileiros e de outros países, tais como suecos, chilenos, ingleses e estadunidenses que discutiram como uma sociedade poderia se organizar para ser inclusiva.

Nesse evento, foi proposta a criação do Fórum Permanente Sociedade Inclusiva, vinculado à Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas. Mais tarde, através da resolução n. 2/2005, do Conselho Universitário (CONSUNI) desta universidade, foi reconhecida a Sociedade Inclusiva: rede de inclusão social. Esse núcleo se inspirou na Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948), sendo composto por professores e estudantes de vários cursos da Universidade.

No seu princípio, deteve-se em discutir o acesso aos direitos das pessoas com deficiência. Em um segundo momento, No ano de 2001, incluiu-se as questões negritute e indígena. Mais recentemente, no ano de 2005, a questão de gênero e orientação sexual passou a fazer parte do temário de trabalho do núcleo. A exclusão de outros grupos sociais também é tema dos seminários nacionais e internacionais, realizados a cada dois anos, a saber: 1999, 2001, 2004, 2006, 2008 e 2010.

O princípio ordenador desse núcleo funda-se na compreensão da sociedade inclusiva como aquela onde todas as pessoas, independente de sexo, idade, crença religiosa, etnia, raça, orientação sexual ou deficiência são necessariamente reconhecidas como cidadãs sendo-lhes assegurados os direitos econômicos, sociais, civis, políticos e culturais, eliminando-se todas as formas de discriminação e segregação. Dessa forma, constituindo-se numa sociedade aberta e acessível a todos os grupos, que encoraje a participação e aprecia a diversidade e as experiências humanas.

Ao longo de toda a sua trajetória, o Núcleo Sociedade Inclusiva compreendeu que a atividade extensionista que se volta para a inclusão social é uma das formas de expressar o compromisso social da Universidade e tornar público o conhecimento produzido por ela. Ao mesmo tempo, a atividade extensionista por si produz um saber relevante que retroalimenta a Universidade e os grupos sociais envolvidos nessas atividades. Destaca-se a natureza inter e transdisciplinar associada ao ensino e à pesquisa. As atividades do Núcleo também aconteceram por meio de parecerias interistitucionais.

Os seminários internacionais merecem destaque por reunir pessoas com diferentes olhares em torno da discussão e da promoção de produção científica sobre a temática da sociedade inclusiva. O primeiro Seminário buscou conceituar o termo “sociedade inclusiva” e, cumpre-nos dizer que houve muitas dificuldades de encontrar pessoas no Brasil para promover esse debate.

No segundo Seminário, em 2001, ampliamos a discussão, ao trazer a temática da globalização; do meio ambiente e da responsabilidade empresarial, deu-se destaque ao tema inclusão racial.

O terceiro Seminário, intitulado “Ações Inclusivas de Sucesso”, que se realizou em maio de 2004, contou com a apresentação de uma grande quantidade de trabalhos que revelavam que a sociedade ampla se revelava permeável ao tema da inclusão.

O quarto seminário, acontecido em outubro de 2006, propôs avaliar as impasses e avanços das propostas e das ações inclusivas, as quais, devido ao acúmulo de experiências debatidas nos seminários, realizado em outubro de 2008, colocou-se em debate a questão das diferenças de pessoas e grupos , além do tema sustemtabilidade, um paradoxo na sociedade contemporânea.

O núcleo sociedade inclusiva também envolveu-se na mobilização de instituições civis e públicas para a discussão e divulgação da lesgislação brasileira em relação aos direitos de pessoas com deficiência, étnicos-raciais, sexuais e de pessoas idosas, estimulando a elaboração de livros e cartilhas referentes a esses direitos.

No ano de 2002 elaborou o Diagnóstico da Educação Inclusiva no Ensino Fundamental de Belo Horizonte (MG) e Contagem (MG) que revelou a necessidade de se investir na formação continuada dos professores. Desde então, o núcleo promove cursos de extensão; especialização e palestras para educadores, com o objetivo de auxiliá-los a refletir sobre as práticas educativas e sobre como desenvolver estratégias de ensino-aprendizagem menos excludentes.

Em 2007 foi elaborado o Diagnóstico da Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho nos municípios de Contagem e Belo Horizonte, visando subsidiar os cursos do “Programa de Capacitação para Pessoas com Deficiência”, bem como propor diretrizes para a elaboração de políticas públicas.

Em 2008 foi criado o Projeto “Direito à Diferença”, com o objetivo de unificar as ações promovidas pelo Núcleo e levar para as escolas, públicas e privadas, e para outras instituições sociais a discussão sobre os desafios do convívio com o outro, entendido como alguém que é diferente de mim e que tem os mesmos direitos que eu.

Inicialmente, a orientação se dava por eixos temáticos para a promoção de pesquisas, eventos, programas e projetos, inclusive assessorando os projetos criados pelos cursos de graduação da PUC Minas. Esses eixos, organizados com base dos direitos e nos princípios explicitados a Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948) e na Constituição da República Federativa do Brasil (BRASIL, 1988), abordavam os seguintes temas:

 

1) Acessibilidade: partindo da premissa de que o direito de ir e vir constitui condição básica para permitir o exercício dos direitos fundamentais a todas as pessoas, esse eixo tinha como objetivos propiciar a reflexão sobre as possíveis soluções de acessibilidade ao espaço público e privado e avaliar ações de entidades governamentais e particulares que viabilizam tal acessibilidade.

 

2) Direitos humanos e cidadania: considerando os direitos das pessoas em suas relações com os outros indivíduos, com a coletividade e com as instituições e a necessidade de atentar para os direitos fundamentais aplicados a essas pessoas, principalmente os de igualdade, liberdade e suas derivações, esse eixo objetivava discutir as políticas públicas federais, estaduais e municipais que, voltadas para os indivíduos, contribuem para o exercício de cidadania e, abordando os direitos fundamentais, analisar as políticas públicas que buscam viabilizar o exercício dos direitos das minorias.

 

3) Educação inclusiva: no processo educativo o indivíduo deve adquirir um saber que lhe permita reconhecer seus direitos, exigir a aplicação deles e compreender a necessidade de exercê-los. Para isso a escola inclusiva deve propor um modo de organização do sistema educacional que considere as necessidades de todos os alunos e que seja estruturado em função dessas necessidades. Com uma proposta educacional que se orienta a partir do paradigma da diversidade e de princípios educacionais centrados no aluno, a escola inclusiva recebe todos os alunos no ensino regular, desde o começo da vida escolar, sem exceção ou imposição, e promove um ensino de qualidade. A educação inclusiva é uma provocação cuja intenção é melhorar a qualidade do ensino das escolas, atingindo inclusive os alunos que fracassam nela. Assim, esse eixo visava a discutir os documentos, as leis e as políticas públicas que propõem assegurar uma educação para todos, sem discriminação e com valorização da diferença, e a sugerir novas soluções para a inclusão de alunos marginalizados no ensino regular.

 

4) Inclusão pela arte e pela cultura: a arte e a cultura são consideradas direitos na sociedade contemporânea. Nesse eixo pretendia-se discutir e difundir a legislação, as políticas públicas e as diferentes formas de manifestação da arte e da cultura produzidas pelas minorias, refletindo sobre as experiências de sucesso e insucesso nessas áreas.

 

5) Trabalho e inclusão: sob a ótica de que o trabalho é essencial ao processo de inclusão é que se articulavam os objetivos do Núcleo Trabalho e Inclusão de proporcionar melhores condições para a construção da cidadania através de formação e capacitação para a inclusão no mundo do trabalho; de desenvolver, em parceria com o poder público, com a iniciativa privada e com as organizações não-governamentais, os programas e projetos voltados para geração de renda, qualificação para o trabalho e reorientação profissional; de discutir os programas de qualificação e de reabilitação/habilitação e as fontes de custeio para tais ações; de discutir a legislação e as políticas públicas existentes; e de apresentar pesquisas e projetos de intervenção que contribuíssem para a inclusão social e avaliar sua efetivação.

 

6) Inclusão racial: a discussão e as ações sobre a questão da inclusão étnico-racial são desenvolvidas pelo Núcleo de Inclusão Racial (NIR), instituído na Universidade ad referendum do Consuni através da Portaria 51/2004. O NIR encontra-se vinculado à Pró-reitoria de extensão e visa desenvolver e estimular, no âmbito da PUC Minas, atividades de extensão e de pesquisa sobre temas atinentes à questão racial, inclusive em cooperação com outras instituições. O NIR congrega professores, pesquisadores e alunos da PUC Minas envolvidos ou interessados em desenvolver pesquisas acadêmicas e atividades de extensão voltadas para as questões raciais e/ou que possam subsidiar o pensamento e a discussão sobre essa temática.

 

7) Saúde e inclusão: a saúde representa um direito básico da humanidade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera-a como “[...] um estado de completo bem-estar físico, mental e social” e não apenas como “ausência de enfermidades” (OPAS, 2003, n.p.). Em 1981, a OMS adotou a estratégia mundial “Saúde para Todos”, compreendendo que a saúde se inicia em casa, na escola e nos locais de trabalho, que todos devem ter acesso aos recursos essenciais de saúde e que se devem promover oportunidades iguais de integração social para pessoas com necessidades especiais. As ações em saúde desenvolvidas nesse eixo visavam, assim, a oferecer o suporte necessário para que as pessoas possam viver o mais independentemente possível, participando de modo efetivo da comunidade; a discutir a legislação e as políticas públicas de saúde e a apresentar pesquisas e projetos de intervenção que contribuíssem para a inclusão social e avaliar a efetivação dessas ações.

 

8) Tecnologia para inclusão: a utilização de ferramentas tecnológicas pode favorecer o acesso aos direitos fundamentais. Esse eixo visava apresentar, discutir e desenvolver serviços, tecnologias e produtos, como softwares e hardwares, aplicáveis em oficinas, hospitais, centros de pesquisa, universidades, laboratórios e empresas de qualquer porte ou nacionalidade, que demonstrassem constituir tecnologia assistente e de inclusão digital; e a discutir a legislação e as políticas públicas referentes à temática.

 

Nossa equipe

 

→ Coordenadora Núcleo Direitos Humanos e inclusão:

  • • Profª Rosa Maria Corrêa

 

→ Professores:

  • • Aglaya Barros Coelho
  • • Alexandre Eustáquio Teixeira
  • • Daniella Villani Bonacorssi
  • • Eliana Ferreira Rodrigues da Silva
  • • José Enemir dos Santos
  • • Klelia Canabrava Aleixo
  • • Márcia Luciane Drumond das Chagas e Vallone
  • • Maria Carmem Schettino Moreira
  • • Wellington Teodoro da Silva

 

→ Alunos (Extensionistas):

  • • Alice Sousa Amaral Arantes – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Álvaro Geraldo de Oliveira Andrade Araújo – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Amanda Cristina Soares da Silveira Rodrigues – Curso de Letras PUC Coração Eucarístico
  • • Amanda Lara de Lima – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Ana Bárbara Soares de Souza – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Ana Paula Alves Generoso – Curso de Letras PUC Coração Eucarístico
  • • Ana Sofia Buza Gontijo – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Ana Terra Carvalho de Castro – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Barbara Aparecida de Almeida – Curso de Psicologia da PUC Betim
  • • Barbara Morais Zom – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Bárbara Zica Antunes Silva – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Beatriz Guidi de Miranda Batista – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Bruno Alexandre Pereira Andrade – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Camila Aparecida Dias – Curso de Engenharia Eletrônica e Telecomunicação – PUC Coração Eucarístico
  • • Carmélia Sannazzaro Ribeiro – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Carolina Ribeiro Coelho – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Clara Romanelli Araújo – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Daniela Ferreira Fialho – Curso de Comunicação Assistiva – PUC Coração Eucarístico
  • • Danty Dias Marchezane – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Deborah Nogueira Cruz – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Deborah Tabita Felicio Ferreira – Curso de Direito – PUC Barreiro
  • • Emilia Borges de Sá – Curso de Direito – PUC Arcos
  • • Erica Patricia Moreira de Freitas – Curso de Direito – PUC Betim
  • • Evandro Luiz de Souza Hipolito – Curso de Direito – PUC Poços de Caldas
  • • Felipe Rodrigues de Araújo Guimarães – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Fernanda Naiara Santos – Curso de Enfermagem – PUC Arcos
  • • Freitich Augusto Ribeiro Heidenreich – Curso de Direito – PUC Coração Eucarístico
  • • Gabriela Emília Soares Lacerda – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Gerlaine Maria do Carmo Tomaz – Curso de Direito – PUC Serro
  • • Guydo Campos Machado Marques Horta – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Hugo Ferreira da Silva Junio – Curso de Ciências Sociais – PUC Coração Eucarístico
  • • Isabela Carolina Ferreira Cardoso – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Ivan Corrêa Furtado – Curso de Administração – PUC Coração Eucarístico
  • • Jessica Nianne Maciel e Silva– Curso de Psicologia – PUC Betim
  • • Juan Espanha Moreira Dias – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Keila Cristiane Silva Mendonça – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Laila Sampaio Horta – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Laura Ferreira Valadão Duarte – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Leônidas Meireles Mansur Muniz de Oliveira – Curso de Direito – PUC Barreiro
  • • Leyla Karen Rodrigues de Souza – Curso de Ciências Sociais – PUC Coração Eucarístico
  • • Lilian Rodarte Nascimento – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Luana Inês Rodrigues – Curso de Ciências Sociais – PUC Coração Eucarístico
  • • Lucas Penna Soares Santos – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Luísa Mascarenhas Ladeira Dutra – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Luísa Penido Avelar – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Marcela Faria de Moraes – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Marcelo Gomes Moutinho – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Marina Lages Pugedo – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Marisa de Oliveira e Silva – Curso de Fisioterapia – PUC Betim
  • • Naiara Guimarães Sales – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Neiriane Moreira Barbosa – Curso de Ciências Sociais – PUC Coração Eucarístico
  • • Nivia Moreira Mata – Curso de Direito – PUC Contagem
  • • Octávio Mangabeiras Sobrinho – Curso de Ciências Biológicas – PUC Coração Eucarístico
  • • Paula Candido – Curso de Direito – PUC Coração Eucarístico
  • • Pedro Henrique Pedrosa Silva – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Priscila Gualberto Pereira – Curso de Ciências Sociais – PUC Coração Eucarístico
  • • Rafael Coelho Kalil – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Rafaela Pinheiro Melo Goulart – Curso de Ciências Sociais – PUC Coração Eucarístico
  • • Rodrigo José Silva De Souza – Curso de Psicologia – PUC Coração Eucarístico
  • • Rogério Martins Saraiva – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Sânia Barcelos Reis – Curso de Direito – PUC Betim
  • • Sara Edith Souza de Assis – Curso de Psicologia – PUC São Gabriel
  • • Sarah Jacob Simões de Castro – Curso de Direito – PUC Praça da Liberdade
  • • Tatiana de Souza Ferraz – Curso de Sistema de Informação – PUC Barreiro
  • • Viviane Aparecida Braga Silva – Curso de Direito – PUC São Gabriel
  • • Washington Luiz Ferreira Dias Lopes – Curso de Direito – PUC Coração Eucarístico

 

→ Funcionários:

  • • Ana Paula Lopes Capelo
  • • Andréia Aparecida Louzada Mateus Martins
  • • Daiane Patrícia Profeta
  • • Luiz Henrique Martins
  • • Ricardo de Souza Malta
  • • Sérgio Rodrigues de Assunção Filho
  • • Tércia Rodrigues Vieira
  • • Valdirene Gonçalves de Macedo
  • • Wolney Lauro Riquetti

 

→ Estagiários:

  • • Sávio Mota da Silva

→ Objetivo:

    Coordenar, executar e propor diretrizes, programas, projetos e ações para assegurar direitos sociais (educação, saúde, trabalho, acessibilidade etc.) de grupos socialmente excluídos/marginalizados quanto à etnia, raça, orientações sexuais e deficiência, recuperando. Estimular a incorporação da Extensão no cotidiano dos Cursos de Graduação e Pós-graduação da faculdade Mineira de Direito da PUC Minas. Para mais informações, acesse: http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/

 

→ Público:

      Grupos historicamente excluídos, estudantes, professores, educadores, gestores públicos e privados e demais membros da sociedade civil organizada.

 

 

→ Projetos:

    Programa Direito à Diferença Tem como objetivo trabalhar com a questão da diferença e da exclusão social de grupos e pessoas historicamente marginalizados, visando promover uma sociedade inclusiva. Programa de Capacitação / Qualificação para o Trabalho para Pessoas com Deficiências Tem como objetivo qualificar pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e múltipla com mais de 16 anos para o mercado de trabalho, com vistas à inserção no mercado de trabalho. Programa APAC Tem como objetivo desenvolver atividades junto com os recuperandos e funcionários da APAC de Santa Luzia para a promoção da saúde, educação e acesso a justiça. Para mais informações, acesse: http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/

 

→ Parceiros:

 

→ Atividades:

      Programa de Capacitação / Qualificação para o Trabalho para Pessoas com Deficiências 1º e 2º. Semestre de 2011. Entrevistas de seleção para os cursos Curso Informática Básica (PUC São Gabriel, Barreiro, Contagem e Betim); Curso Informática NVDA (PUC Barreiro e Praça da Liberdade); Curso Inclusão Digital – (PUC Coração Eucarístico, São Gabriel e Betim); Curso Auxiliar Administrativo com Ênfase no Atendimento ao Público – (PUC Barreiro, Betim, Contagem e Praça da Liberdade); Curso Massagem Terapêutica e Drenagem Linfática – (PUC Betim e Praça da Liberdade); Curso Introdução à Cidadania e Direitos Humanos – (Praça da Liberdade); Vivência de Formação Profissional – Auxiliar de Jardinagem e Limpeza (PUC Coração Eucarístico e Betim); Pedreiro (PUC Coração Eucarístico) Acolhimento e inserção de funcionários com deficiência na PUC Minas em parceria com PRORH e NAI. Programa Direito à Diferença Curso de Extensão Educação Especial: Transtorno Global do Desenvolvimento, Deficiência Intelectual e Dificuldades de Aprendizagem; Curso de Extensão Educação Especial: Deficiência Física, Deficiência Auditiva e Deficiência Visual; Curso Direito de Ser Diferente na PUC de Contagem; Curso para Crianças e Adolescentes que Gostam de Aprender; Curso Direito de ser Diferente; Mostra de Cinema; Atividades no JUBRA; Reuniões com os professores dos Projetos de Edital da PROEX; Diagnóstico sobre a interação ensino, pesquisa e extensão nos cursos de Direito da Faculdade Mineira de Direito da PUC Minas. Programa APAC Projetos dos cursos de Direito, Psicologia, Biologia e Enfermagem na APAC de Santa Luzia.

 

 

→ Contato:

E-mail: nhdi@pucminas.br Telefone: (31) 3319-4977/4082/4927

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s